quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Adeus, amor.

Afogo-me nos mares do pranto,
espalho esquecimentos.

Onde adormeço e sonho,
faço fogueiras com vestidos
esquecidos no varal.

As lágrimas do adeus,
apagaram desejos,
cegaram meus olhos.

O doido amor não sabe:
minh'alma acorda na escuridão
e se perde na ausência dos céus.

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