Afogo-me nos mares do pranto,
espalho esquecimentos.
Onde adormeço e sonho,
faço fogueiras com vestidos
esquecidos no varal.
As lágrimas do adeus,
apagaram desejos,
cegaram meus olhos.
O doido amor não sabe:
minh'alma acorda na escuridão
e se perde na ausência dos céus.
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