Engasga-se um rio.
Aflito, passa,
e pede socorro.
Se entrega
à força dos braços
que salvam
e louvam
a alegria dos peixes.
Agônicas,
suas águas
contemplam
afônicas
o voo
das garças.
Um rio desce,
percorre
memórias.
Chora no escuro,
morre no fundo
impuro da lama.
Mergulhei fundo nessas águas...
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