quinta-feira, 29 de julho de 2010

Ardor

Arde a pele no peito.
Na alma a paixão
atiça as palavras.

Ao longe, vem a noite
e de mansinho,
aparecem as estrelas.

Acesas as fogueiras,
beijam-se os namorados.
Nasce um poema.

Há silêncio na colina,
ardem os círios,
sentimos a vida,
a alegria voltou.

Embriagado,
o poeta assobia uma canção.
Acesos, os olhos do amor,
seguem o ritmo do mar.

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