Na areia do tempo
sou menino
brincando
ouvindo
bonecos
de barro
e pano.
Soltos,
os olhos
saltam.
No horizonte,
pipas levam em cores,
recados para Deus.
Visito mares e países
logo alí,
na primeira esquina,
além da rua onde moro.
Sou um menino no mundo.
Um Capitão Raimundo
num barco de papel.
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